sábado, 16 de setembro de 2017


MINHA LAGUNA, FALAREI DO TEU POVO,
QUE ADORA O QUE É NOVO,
SEM MATAR O PASSADO.
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Nosso roteiro fotográfico de hoje é diferente, uma visão  contrastante, um choque  arquitetônico entre as construções do Cento Histórico, e  os prédios das praias, uma  moderna cidade plantada na orla  marinha.

    Começamos nossa caminhada a partir dos espigões do molhe norte, um divisor de águas, literalmente. Molhe que divide a Lagoa do Mar. A Lagoa que banha a cidade antiga, e o Mar que abençoa a Laguna, filha do mar, do verão a namorada.












Todas as fotos são do site SKYscrapercity.
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COLÉGIO MILITAR
Instalação de uma unidade em Laguna foi promessa de campanha do prefeito Mauro Candemil.
      Já tivemos a nossa Escola Aprendizes Marinheiros.
Segundo Saul Ulysséa, em seu livro Laguna de 1880, a escola ficava na Rua Santo Antônio ( Rua do Fogo) esquina com a Rua Tenente Bessa ( próximo da sede do Clube União Operária).


UM DINOSSAURO NA INTERNET

Provavelmente, sou um descendente do DINO, dinossauro de estimação, dos Flinstones, da era da  Pedra Lascada e que, caiu na “rede,” por acaso.

Para mim, a Internet é como a máquina do tempo, que nos  leva a  um mundo repleto de novidades que eu,confesso, ignoro como funciona.

Até, mesmo, os termos mais corriqueiros como:  whatsapp, websites, aplicativo, curtir, comentar e compartilhar parecem palavrões. O facebook já encolheu. Na linguagem popular é apenas o  “ face”.
O “E-mail” acabou com o meu mundo de cartas, telegrama western, selos e estampilhas.
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As “Redes Sociais” acabaram com a ditadura da informação. Com a velocidade de um raio as notícias, com fotos,  voam pela rede de computadores. Os aparelhos celulares são ferramentas indispensáveis para a veiculação dos fatos.
Agora, no mundo digital, todo mundo é repórter.
                                   
As “ Redes Sociais,” se utilizadas com responsabilidade, poderão mudar a cara deste país
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Vou continuar aprendendo a administrar meu Blog mas, as saudades do tempo de colunista de jornal, continuam.  Semanário de Notícias, O Renovador, Tribuna Lagunense, O Farol e A CRÍTICA onde atuei durante quase vinte anos.
Aos amigos Salmon Flores e esposa  Gládys um abraço do Dinossauro da internet.
    ____  Com licença amigos, preciso pegar carona no carro da redação:

                                       
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MINHOCA



No  Reino das Pererecas a arca do Noel continua botando bicho pra fora.
Esta semana a vez é da minhoca.
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Do plenário da Câmara de Vereadores, o edil Rogério Medeiros, com seu pronunciamento, demonstrou sua insatisfação com a administração do prefeito Mauro Candemil.
     Pensei, diz o vereador, que uma pessoa  com mais idade fosse comandar nossa cidade com mais sabedoria e sensatez.
Num dia ele demite alguns  comissionados, para conter despesas. Logo a seguir promove uma série de novas contratações. Demite e admite. Exonera e contrata. Um vai-e-vem interminável.                                                               Lembra aquele conhecido “courinho”.
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É que está em execução, nobre edil, o - Projeto Minhoca com Alzheimer-
Um bicho indeciso, que não sabe de que lado está a cabeça.
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Para ajudá-los a reencontrar o caminho, participemos do Coral das Minhocas, cantando aquela musiquinha:


O DISTRITO DO BUTIÁ.
Há uns 40 anos instalou-se em nossa cidade, escritórios da CODISC – Cia. De Distritos Industriais  de Sta. Catarina, com terrenos na localidade de Mato Alto destinados a implantação de indústrias no município.
Na ocasião eu o apelidei de “ Distrito do Butiá”. Não passou disto.
 
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Vigaristas e corruptos venderam lotes aos incautos. Vendas irregulares, pois as terras continuaram pertencentes ao estado.
Ação judicial determina desocupação. Casas são destruídas. Famílias no olho da rua.
___ E, quanto aos trapaceiros que comerciaram os lotes?  ___ Cadeia neles!
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DESOCUPAÇÃO
___ Para onde eles irão?
___ Quem sabe para o sambódromo, área já considerada “improdutiva”.


                            GAMBIARRA                                                                                                                                                                        (Trabalho mal feito, só pra quebrar galho)

      O “Observador Lagunense” colocou no facebook do Elvis  Palma a seguinte informação:
Convênio n. 832141
Objeto:  Pavimentação ASFÁLTICA de trecho da Avenida Júlia Nascimento localizada em Laguna.
Órgão superior: Ministério do Turismo.
Convenente:  Município de  Laguna.
Valor total:  R$ 487.500,00
Data da última liberação: 28.08.2017- R$ 243.750,00.
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___E,o  que foi feito na Av. Júlia Nascimento  (Morro da Nalha)?
___ GAMBIARRA! Apenas reviraram a pavimentação existente.  NADA DE ASFALTO.
___ A QUEM RECORRER?
___ Ao Ministério Público Federal?
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O CORRUPTO.
  Corrupto é um crustáceo que vive enterrado na areia da praia. Usado como isca pelos pescadores.

Origem do nome?

Todos sabem onde estão, mas é difícil pegá-los, a não ser com bomba de sucção ou “ Lava-jato”.
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 Exímios pescadores de burriquetes na Lagoa Santo Antônio dos Anjos, os irmão Chede, “Nem” e Jairo descobriram, que o peixe não está  mais tão exigente, aceita até corrupto genérico.
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Aviso: Se você é político não chegue perto deles durante a pescaria, pois eles vão usar qualquer tipo de corrupto, como isca.
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MAIS CORRUPTO
    Na Papuda gangues ameaçam  papar o Geddel.
Diante da ameaça de estupro advogados solicitam utilização de Cinto de Castidade.                                                            De qualquer maneira o corrupto vai “levar ferro”.
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No caso das malas de dinheiro Geddel é inocente, Com a privatização da Casa da Moeda ele levou o “estoque” para guardar em casa. “ Fiel depositário”.
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“Santinho” –
Em Brasília, Ali-Babá seria canonizado como franciscano. O “pobrezinho” só tinha 40 ladrões.
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VAMOS PRIVATIZAR O CONGRESSO NACIONAL?
     Nos próximos doze  meses, Câmara e Senado seriam administrados por uma empresa chinesa.
Ao final do contrato, quem resistir ao regime de 40 horas semanais, sem assessores ou viagem, em avião da FAB, e comer com dois pauzinhos, poderá  ser candidatos em 2.018.
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Negócio da China. Vai dar certo, pois os chineses estão acostumados a reciclar o “MAO”....
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terça-feira, 12 de setembro de 2017


                             LAGUNA ESPERA POR VOCÊS! 
       

Foto SKYscraperCity

Um oásis de paz, à beira da Lagoa Santo Antônio dos Anjos, entre o Mercado Público e a escadinha.
          Nesta época do ano o local é muito procurado pelos pescadores de burriquete, que não resistem a uma isca com siri vivo. Alguns chegam a pesar  até 50 quilos.


DISC-DANCE MISTURADO




No final da década de 60, mais precisamente em 1968, Martin Luther King, grande líder na defesa dos direitos civis dos negros, prêmio Nobel da Paz, era assassinado nos EUA.

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Laguna é, mesmo, a cidade dos casos raros. No início da década de 70, com as  discotecas animando as baladas da juventude, eu passava de ônibus pelo bairro Portinho, quando vi, na beira da estrada, um cartaz anunciando a atração da noite:
___ HOJE DISC-DANCE MISTURADO!
Intrigado, tratei de buscar informações.
Um salão da localidade promovia discotecas, porém, o salão era dividido por uma corda. De um lado dançavam os brancos, do outro, só negros.
___ E, o disc-dance misturado?
___ Aos domingos, a corda era retirada. Brancos e negros dançavam misturados.
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Foto atual do bairro Portinho. Destaque para o campo do AVAI Futebol Clube, ainda em atividade.

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A DISCOTECA
Uma das características das discotecas, era a luz negra. O globo  espelhado, pendurado no teto, garantia o efeito indispensável à iluminação da festa.
Dona Lilica, uma dama da alta sociedade lagunense, adorava uma festa. Bailes na Sociedade Recreativa Congresso, ou no Blondin, ela era presença garantida. Detalhe, só saia do clube, com a orquestra.
Naqueles tempos, as moças de sociedade não iam aos bailes, sem a companhia de alguém, que se responsabilizasse por elas.
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Nilda e Nícia Ulysséa adoravam a avó Lilica companheira para todas as festas.
Companheira e fiscal. Sentada em cadeira de pista ficava de olho nas netas. Marcação cerrada.
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Após muitos beijinhos e chamegos dona Lilica concordou em acompanhá-las ao Clube 3 de Maio, no bairro Magalhães.
Estréia da discoteca. Música eletrônica. Luz negra.                                                                                                              Naquele ambiente mais escuro, teriam um pouco mais de liberdade, pois a avó teria mais dificuldade de localizá-las, no meio do salão.                                                                    Começa a festa.
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Dona Lilica, esposa do comerciante Silo Ulysséa, além de festeira era mulher bem informada. Conhecia as novidades no ramo dos divertimentos modernos.
     Ao perceber, que suas meninas sumiam na multidão, dona Lilica sacou uma poderosa lanterna, e o potente facho de luz vasculhou o salão, procurando as netas.

             
__ Vovó, que vergonha, fica todo mundo olhando...

__ Tratem de dançar na minha frente, pois minha lanterna tem pilhas para a noite toda...

Na foto a  “ Casa São Paulo” prédio da antiga loja de Silo Ulysséa “ Comercial Ulysséa”.

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COLOCANDO O PRETO NO BRANCO

Havia uma rivalidade enorme entre os rapazes do Magalhães e a turma do bairro Campo de Fora. No livro Laguna de 1.880 o escritor Saul Ulysséa já falava das pendengas entre as turmas dos referidos bairros.
O Centro da cidade era considerado campo neutro.
Alguém do Magalhães namorar com  moça do bairro adversário?   Nem pensar.
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Rua Almirante Lamego era o coração do Campo de Fora. Três sociedades Recreativas – Anita, 14  e 7 de Julho. Famílias importantes ali residiam: Marcondes, Oliveira, Silveira, Pacheco e Fortes.
Manoel (Maneca) Fortes era funcionário Público Municipal, carnavalesco, um dos fundadores da APAE, bem relacionado na cidade. Dizem, que era  homem valente. Não enjeitava uma boa briga.
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No Magalhães, na Avenida João Pessoa, residia um negro forte, boa pinta, conhecido por Chico da Nair.
Costumava circular pelo centro da cidade montado em seu belo cavalo, arreios reluzentes, como se fosse um mouro a  caminho das cruzadas.
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Fama de valentão. Nem ele nem o Maneca Fortes ousavam invadir o território alheio. Respeito mútuo.
             Até aquele dia!
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Chico precisou viajar para Santos. Ao retornar foi informado de   que o  Maneca Fortes não só visitara o seu bairro como encontrou-se com uma garota na quermesse da Capela de N.Sra. dos Navegantes.
Não engoliu a afronta.
Arreou seu cavalo, e galopou em direção ao Campo de Fora.
Antes que  chegasse à  pedreira, limite entre a cidade e o bairro, Maneca já sabia da visita e preparou-se para recebê-lo.
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Chico teria saltado o muro de entrada, com cavalo e tudo.
Maneca, de espingarda em punho, descarregou uma carga de chumbo nas partes glúteas do cavaleiro.
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Dr.Paulo Carneiro era amigo de ambos. Logo após o incidente, Maneca recebeu a visita do médico, e foi logo dizendo:
___ Se vieste defender teu amigo, perdeste a viagem...
__ Vim pedir-te para que, da próxima vez, coloques menos  munição nessa arma.                                              Não imaginas o trabalho que tive para extrair tanto chumbinho..


PAPAI NOEL DE SACO CHEIO,  DE DINHEIRO.





Beatriz Barzan, em sua página de facebook, foi categórica:

“papai Noel” foi filmado recebendo propina e, agora, está à mercê do vento sul.
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A princípio não entendi a metáfora. O que estaria Papai Noel, fazendo em Laguna, em setembro.
Estaria com Alzheimer?
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Seria um outro Noel, que nada tem a ver com o Pólo Norte?                                                                                        ___ Ele teria colocado o dinheiro no saco?
__ Quem teria filmado a entrega do “donativo” natalino?
___ Houve distribuição dos brinquedos aos apaniguados?
___ Seriam brinquedos temáticos: arara, mico leão dourado, onças, garoupas e outros bichos.
Infelizmente, Beatriz foi lacônica, não dirimiu nossas dúvidas.
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A NOVA PINTURA DA “CARIOCA”.
  O  prédio da Fonte da Carioca estava, mesmo, precisando de uma pinturinha. A Prefeitura enviou alguém.                                                                                           Pelas fotos deve ter sido o “Picaço,” cujo pincel  já estava meio broxa. A coisa ficou mais para gozação do que para caiação.


                 



NA HORA DO “BICHO”.

A Lanchonete Calçadão, na Rua 15 de novembro, defronte à  Farmácia Plantão, tem, também, o seu time de futebol.                                                                         Alguns de seus “cobras” são conhecidos nos campinhos de peladas, por outros apelidos.
O goleiro é o perereca, quando joga mal o time vai pro brejo. O centroavante é o Sapo.                                           Em compensação, o adversário do último sábado tinha seus craques, também recolhidos da fauna brasileira, dupla de atacantes, Gambá e Pinto.
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Gambá tinha cheiro de gols, fez três. O árbitro “viu” o Sapo botar a mão  na bola. Pênalti.
O pinto bateu e a perereca engoliu um frango. Era o quarto gol.
Esquentada, Perereca joga a bola contra o adversário. O Pinto caiu.
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Na lanchonete o clima era de tristeza. Com derrota não tinha “bicho”.

­­­­____ BUUURROS!



Rodrigo, o vizinho farmacêutico,  receitou aos atletas, uma solução genérica: Supositório de Erva de Bicho.

Alguns gostaram e, até, prometeram perder no próximo jogo. Pelo jeito vamos admitir outro bichinho no time...
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quarta-feira, 6 de setembro de 2017

                      UM ELETRICISTA EM ESTADO DE                                                      CHOQUE

             



   


Laguna era, assim, no final de década de 50. Rodoviária e posto de gasolina no Centro. Docas já com sinais de assoreamento. Trilhos que  levava a histórica “máquina 7”, Maria-fumaça que conduzia os operários até ao Porto Carvoeiro.
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Na Lagoa Santo Antônio dos Anjos, o hidroavião da TABA, tranquilamente,  aguarda o embarque dos passageiros.


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A Usina da CBCA (Companhia Brasileira Carbonífera Araranguá) era a responsável pela geração e distribuição da energia elétrica na  Terra de Anita.



A velha usina, após cirurgia plástica, patrocinada pelo BNDES, foi entregue à sociedade lagunense, de cara nova. Prontinha para receber o Memorial Tordesilhas.                                                                      Fofoquinhas de comadres fizeram circular pela cidade, o boato de que a Antiga Usina dera o calote no governo.

Ficou bonitinha mas, ordinária. Não fez a devida prestação de contas.


Na foto abaixo, a   antiga subestação da CBCA, escritório local da empresa, atualmente, um Centro de Artesanato.


A atual Agência da Celesc, na Rua Duque de Caxias, Centro Histórico de Laguna, foi residência do empresário Carlos Remor.

Com as fotos das mais diversas edificações eu pretendi construir o cenário de minha história, de hoje.

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Naqueles tempos, a luz apagava mais do que acendia. Nos cinemas, os filmes, praticamente, eram exibidos em capítulos.  Dizem, que a fita “ E o vento levou,” conseguiu chegar ao seu final, após  sete dias de sessões contínuas. Ninguém saia de casa sem levar uma lanterna. O apagão era rotineiro.
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Os eletricistas da companhia, bem mereciam o título de “mãe  do ano” , pois era com muito sacrifício que conseguiam dar a luz.
Sem as técnicas modernas, qualquer interrupção  os obrigava a “correr a linha”, palmo a palmo, por todo o interior do município.  Muitas vezes, de bicicleta, e com a escada no ombro.
Em noites de tempestade lá iam eles, pelo banhado da Estiva, ou percorrendo a linha que corria por sobre a ponte de ferro, em Cabeçuda.
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Qualquer chuvisco, precedido de uma semanada de vento nordeste forte isolava os canecos,  com areia e muito salitre. O blecaute era inevitável.
Foram anos e anos desse pisca-pisca infernal.
    “Sorriso”, Cesar Correa, Zé Orelhinha, Montiel Cobra, Mário Zuquinalli e o Chefe ITA, foram alguns dos heróis desse tempo.
                       Eram os  eletricistas da CBCA muito requisitados para solucionar problemas elétricos em residências.
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Um desses homens, um dos mais idôneos e respeitáveis, foi contratado para trocar as instalações numa dessas mansões do século passado.

Serviço demorado. A escada foi aberta no meio da sala. O forro ficava a uns cinco metros de altura.

“Seo” Ita só trabalhava, após o expediente. Com o tempo, a escada já fazia parte da mobília da casa.

       Certa tarde, quando nosso técnico, acocorado no  alto da escada, isolava alguns fios, a moça entrou no recinto e, antes que o eletricista pudesse pigarrear uma advertência ela começou a tirar a roupa, enquanto ensaiava alguns passos de dança.

    As peças de roupa iam caindo pelo chão. A calcinha foi a última a deslizar perna abaixo.
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Diante de tanta energia, o eletricista suava em bicas. Estático e com medo. Quase nem respirava.
­­___ E, se a moça olhasse para cima?
___ O que pensariam sua esposa e filhos?
___E, a gozação dos colegas da substação? O “Orelhinha” com certeza iria chamá-lo de “tarado da escada”.
Sua reputação estava por um fio. Ficou em estado de choque.
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Finalmente, a moça, após descarregar todas as suas baterias, sumiu do aposento.
O eletricista, com as pernas bambas, fugiu às pressas, abandonando até sua caixa de ferramentas.
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Sem dúvida  nenhuma, aquela foi a mais emocionante trepada de sua vida profissional...
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ASAS DE ANJO


No Sinédrio Legislativo, alguns sacerdotes do Templo foram convocados para julgar um  dos membros do Conselho.
A eles caberia opinar se o acusado mereceria, ou não, usar um par de asas de anjo.
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Os sumos sacerdotes Rodrigo Moraes, Roomening Rodrigues e Adilson  Paulino, à luz dos fatos “terrenos” concluíram que Roberto  C. Alves era inocente, portanto,  digno de usar Asas de Anjo.
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Se os ilustres membros do Conselho tivessem consultado o irmão Rogério, leitor assíduo dos Livros Sagrados  teriam sido lembrados de que o diabo, também, já foi Anjo, com asas e tudo.



Vereador Roberto Alves já bateu asas. Novamente licenciado da Câmara. Assumiu o suplente Tavinho.

Esperto. Caso seu caso vá à Plenário garante mais um voto a seu favor.
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CAPIVARA                                                                                              Todos elogiam o carinho com que os moradores cuidam da sua  praça numa comunidade  do bairro Mato Alto, entrada da cidade.
Um brinco.
No entanto, até o colunista Zé Mala, no jornal  “Correio” estranhou a colocação, ali, de um monumento homenageando a Capivara.
___ O que a cidade tem a ver com esse roedor?
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Amigo Zé Mala, o problema não é a capivara, mas, o local.
Se  estivesse sido colocada no jardim Calheiros da Graça, Praça da Matriz, a homenagem seria mais que merecida.
Um cidadão conhecido pela alcunha de “CAPIVARA”, durante décadas cuidou sozinho, daquele logradouro Público, com carinho e dedicação                                                                                                   Com certeza, o saudoso  “Capivara” estará plantando saudades no Jardim do Paraíso.






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ESGOTO NA PRAIA

O MAL É DE NASCENÇA.

E, tudo começa na Prefeitura.
­­___ Quem autoriza a construção de prédios e outras edificações?
___ Quem dá o “ Habite-se” ?
Segundo consta, não existe na Prefeitura uma equipe de técnicos especializados  em analise dos projetos de instalações elétricas e hidro-sanitárias.
Tudo nas coxas.  Quem entra pelo cano é o povo.
                                                                                                Mais tarde, quando a coisa estoura, contratam uma empresa para minimizar os efeitos, mas, continuam sem atacar as causas...

VAMOS DEIXAR A BELA PRAIA DO MAR-GROSSO A MERCÊ DO DESCASO?

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CHEGA DE TAPUME


   O vento nordeste deu um basta. Com uma rajada jogou no chão, o  tapume do mercado público.
O caminho foi aberto. Que a sociedade faça a sua parte, e que se crie uma Comissão para verificar in loco, as reais condições do Mercado, e o que precisa ser feito para colocá-lo em funcionamento. JÁ!
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MINHA LAGUNA, FALAREI DO TEU POVO, QUE ADORA O QUE É NOVO, SEM MATAR O PASSADO.                         ======= Nosso r...